quinta-feira, 31 de março de 2011

A noite torna-me voraz;
Insano por sua procura, fugaz
De maneira sórdida e cruel, te quero em meu braços
Nossos corpos, unem-se por um só feixe de calor
Formando o mais perfeito laço
Entre o céu e o inferno;
Entre o puro e o profano;
O certo e o errado;
No mais perfeito gozo de loucura e paixão
Atraídos pela terra
Fazendo de nossos corpos os condutores de luxúria e pecado:
E se faz noite outra vez....
O clarear do sol
Antes encoberto por um eclipse sem fim;
Mostrou-nos que somos atraídos pela mesma força
devassa
Que é feita nossa carne tão fraca;
O mais sujo e luxurioso desejo.
É a sombra e semelhança mas certa do nosso amor
Que é feito de noites escuras e pecaminosas
e de dias afaveis em que o nosso amor trancede pelas veias
O sol da meia noite agora volta a brilhar

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